Durante muito tempo, o avanço científico trouxe imensos benefícios, mas também fragmentou o cuidado em partes cada vez menores. O resultado é uma medicina precisa, porém, muitas vezes, desconectada da essência humana.
A proposta integrativa é restaurar essa totalidade.
Ela une o melhor da Medicina Convencional — diagnósticos, evidências e tecnologia — com práticas milenares como a Medicina Tradicional Chinesa, a fitoterapia, o uso consciente de suplementos, o cuidado com o sono, a alimentação e o cultivo da mente e das emoções.
Quando iniciei o Fellowship em Medicina Integrativa na Universidade do Arizona, em 2020, já vivia essa abordagem na prática. Mas foi ali que encontrei uma sistemática capaz de transformar a consulta médica em um espaço de escuta e coautoria — um encontro em que o paciente é convidado a participar ativamente do seu processo de saúde.